Nos dias 12 a 14 de junho, em Caruaru, estiveram reunidos representantes dos 9 projetos desta etapa do Empreender em Pernambuco, para o encontro estadual do programa.

FACEP reuniu consultores e executivos das ACEs em evento do Empreender

A Vice-presidente da FACEP, Jussara Pereira Barbosa, representou a entidade falando aos participantes a importância do programa Empreender para Pernambuco.
O SEBRAE também esteve presente através do seu Diretor Superintendente, José Oswaldo de Barros Lima Ramos que também falou da importância do programa.

Walmam Bezerra, coordenador do Empreender no estado, destaca a importância do programa: “O Empreender muda a vida do empresário, que vê uma oportunidade de discutir seus problemas de forma transparente e encontrar soluções com apoio de seus pares. No fim, cabe ao consultor apoiar essas ideias do próprio empresário”.

Carlos Rezende, coordenador nacional do Empreender fez a abertura do evento: “É o momento de avaliar o andamento do Empreender no estado e garantir que os consultores tenham a oportunidade de trocar experiências, discutir dificuldades e destacar casos de sucesso. Outro ponto importante também é a participação de presidentes e executivos das ACEs, já que o consultor interage diretamente com os empresários dos núcleos setoriais e, sem o apoio dos dirigentes, o trabalho dele tende a ficar comprometido”.

Também foi feita uma exposição da CACB sobre a execução técnica e financeira das ações dos núcleos, com a analista de projetos Patrícia Rêgo: “Foram retomadas as informações iniciais do convênio, com participação dos executivos e dos consultores. Feito por meio de um passo a passo das etapas e dados da execução física e financeira, de forma a identificar se ainda existe alguma dúvida em relação ao convênio, para garantir o encerramento de forma eficiente e eficaz”.

Esta primeira etapa do convênio se encerra em julho de 2017.

A Confederação das Associações Comerciais em Empresarias do Brasil (CACB) se alinha à frustração da Facesp e ACSP e repudia a decisão da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo de adiar a votação do PL 874/16. A votação anularia a lei nº 15.659/15 que obriga o Aviso de Recebimento (AR) nos comunicados dos credores aos consumidores inadimplentes, antes de incluí-los na lista de devedores.

A revogação da lei é um pedido da Facesp, nossa filiada, que defende a extinção da AR por prejudicar consumidores, famílias, empresas e as próprias Associações Comerciais. Além disto, aumenta os custos, pois a AR é sete vezes mais cara do que a carta simples. A AR só é adotada pelo Estado de São Paulo.

Além disto, o Código de Defesa do Consumidor prevê somente comunicação por escrito. O PL que teve a votação adiada facilita a vida do consumidor porque traz facilidade da consulta gratuita, pela internet.

A CACB é solidária à Facesp e à ACSP e reafirma a posição das entidades no sentido de considerar a obrigatoriedade da AR uma lei “retrógrada, que vai na contramão de uma época em que se resolve tudo pela internet”, como afirmou o presidente da Facesp, Alencar Burti.

Em artigo publicado nesta quinta-feira (22), no jornal Folha de São Paulo, o presidente da Facesp informa que o índice de entrega da correspondência simples é de 97% enquanto o do AR é de 60%. Além de citar, neste artigo, outros indicadores “ineficazes” da AR, Alencar Burti denuncia que os consumidores inadimplentes nem sempre podem receber as AR (por estarem trabalhando) e acabam negativados e sendo obrigados a arcar com as custas do cartório, além do pagamento da dívida.

Cita ainda jurisprudência contrária ao AR do STJ e denuncia que desde setembro de 2015, quando entrou em vigor, até março deste ano, 6,7 milhões de CPFs foram protestados a um custo total de R$ 1 bilhão. O texto finaliza lembrando que a Assembleia Legislativa de São Paulo vai cumprir o compromisso assumido com a entidade pois “as empresas e os consumidores não podem mais esperar”. Atitude que a CACB também endossa.

Do total das 34,2 mil vagas de trabalho criadas em maio deste ano, as micro e pequenas empresas foram as responsáveis por 31,2 mil, o que corresponde a 91% do total de novos empregos gerados no período. As médias e grandes empresas responderam pela criação de dois mil postos de trabalho, e a administração pública, por 955 vagas.

Pequenos negócios

O setor que mais contribuiu para o bom desempenho dos pequenos negócios na contratação de empregados foi o da Agropecuária.

Os dados são do levantamento feito mensalmente pelo Sebrae com base nos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. “O número de postos de trabalho criados pelos pequenos negócios é 15 vezes superior ao das empresas de médio e grande portes. Mais uma vez, as micro e pequenas empresas puxaram a geração de empregos no Brasil”, afirma o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

Entre janeiro e maio, os pequenos negócios do setor de Serviços lideraram a geração de empregos no país, com a criação de 111,4 mil novos postos de trabalho. Em maio, o setor que mais contribuiu para o bom desempenho das micro e pequenas empresas na contratação de empregados foi o da Agropecuária, com a ocupação de 26,5 mil vagas, em virtude da sazonalidade do setor. No mesmo período, os negócios de Serviços geraram quase 12 mil novos postos, impulsionado pelas atividades de imobiliárias, serviços médicos, odontológicos e veterinários e ensino. A Construção Civil também apresentou saldo positivo de 2,4 mil empregos. Já a Indústria, o Comércio e a Extrativa Mineral encerraram vagas, com as extinções de, respectivamente, seis mil, 3,9 mil e 230 postos de trabalho nos pequenos negócios.

Desde o início do ano, os pequenos negócios acumulam um saldo positivo de 135,9 mil novos empregos, enquanto as médias e grandes empresas extinguiram 127,4 mil postos de trabalho. No mesmo período do ano passado, o saldo de empregos gerados pelos pequenos negócios era negativo em 72,9 mil.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

O Índice de Confiança da Indústria apresentou uma queda de 2,3 pontos na prévia de junho, na comparação com o resultado consolidado de maio, chegando a 90 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Caso o resultado se confirme na pesquisa consolidada deste mês, será a primeira queda do indicador depois de três altas consecutivas. A pesquisa foi feita pela Fundação Getúlio Vargas.

Confiança da Indústria

Confiança da Indústria cai 2,3 pontos. Foto: Agência Brasil

A prévia mostra que os empresários estão menos confiantes em relação tanto ao presente quanto ao futuro. O Índice de Expectativas recuou 3,2 pontos, chegando a 92,5 pontos, e o Índice da Situação Atual (ISA) diminuiu 1,3 ponto, atingindo 87,7 pontos.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (NUCI) recuou 0,1 ponto percentual na prévia de junho, indo para 74,6%. O resultado manteria o NUCI relativamente estável em relação ao mês anterior.

Para a prévia de junho de 2017 foram consultadas 786 empresas entre os dias 1º e 20 deste mês. O resultado final da pesquisa será divulgado no dia 28 próximo.

Fonte: Agência Brasil